The mind is everything. What you think you become.
Buddha
Thursday, June 25, 2009
Monday, June 8, 2009
Desenrascanço, a palavra que os ingleses queriam ter
Um site norte-americano fez uma lista das 10 palavras estrangeiras que mais falta fazem à língua inglesa. A palavra portuguesa "desenrascanço" é a que lidera.
A lista das "10 palavras estrangeiras mais fixes que a língua inglesa devia ter" é liderada pela palavra portuguesa "desenrascanço". Esta é a expressão que, segundo os autores do site norte-americano, mais falta faz ao vocabulário inglês.
http://www.cracked.com/article_17251_p2.html
O "desenrascanco", segundo os norte-americanos
Depois de percorrer duas páginas com explicações das nove palavras estrangeiras mais fixes, chega-se ao número 1. A falta da cedilha não importa para se perceber que estamos a falar do "desenrascanço", tão típico da nossa cultura.
"Desenrascanco: a arte de encontrar a solução para um problema no último minuto, sem planeamento e sem meios", explica o site dando como exemplo a célebre personagem de uma série de televisão MacGyver.
"O que é interessante sobre o desenrascanco - a palavra portuguesa para estas soluções de último minuto - é o que ela revela sobre essa cultura". "Enquanto a maioria de nós [norte-americanos] crescemos sob o lema dos escuteiros 'sempre preparados', os portugueses fazem exactamente o contrário", prosseguem os autores.
"Conseguir uma improvisação de última hora que, não se sabe bem como, mas funciona, é o que eles [portugueses] consideram como uma das aptidões mais valiosas: até a ensinam na universidade e nas forças armadas. Eles acreditam que esta capacidade tem sido a chave da sua sobrevivência durante séculos".
"E não se ria: a uma dada altura eles conseguiram construir um império que se estendeu do Brasil às Filipinas" à custa do desenrascanço, sublinham os autores, terminando o texto:
"Que se lixe a preparação. Eles têm desenrascanco", termina o artigo.
A lista das "10 palavras estrangeiras mais fixes que a língua inglesa devia ter" é liderada pela palavra portuguesa "desenrascanço". Esta é a expressão que, segundo os autores do site norte-americano, mais falta faz ao vocabulário inglês.
http://www.cracked.com/article_17251_p2.html
O "desenrascanco", segundo os norte-americanos
Depois de percorrer duas páginas com explicações das nove palavras estrangeiras mais fixes, chega-se ao número 1. A falta da cedilha não importa para se perceber que estamos a falar do "desenrascanço", tão típico da nossa cultura.
"Desenrascanco: a arte de encontrar a solução para um problema no último minuto, sem planeamento e sem meios", explica o site dando como exemplo a célebre personagem de uma série de televisão MacGyver.
"O que é interessante sobre o desenrascanco - a palavra portuguesa para estas soluções de último minuto - é o que ela revela sobre essa cultura". "Enquanto a maioria de nós [norte-americanos] crescemos sob o lema dos escuteiros 'sempre preparados', os portugueses fazem exactamente o contrário", prosseguem os autores.
"Conseguir uma improvisação de última hora que, não se sabe bem como, mas funciona, é o que eles [portugueses] consideram como uma das aptidões mais valiosas: até a ensinam na universidade e nas forças armadas. Eles acreditam que esta capacidade tem sido a chave da sua sobrevivência durante séculos".
"E não se ria: a uma dada altura eles conseguiram construir um império que se estendeu do Brasil às Filipinas" à custa do desenrascanço, sublinham os autores, terminando o texto:
"Que se lixe a preparação. Eles têm desenrascanco", termina o artigo.
Tuesday, June 2, 2009
Pensamento do dia
It is better to conquer yourself than to win a thousand battles. Then the victory is yours. It cannot be taken from you, not by angels or by demons, heaven or hell.
Buddha
Buddha
Friday, May 29, 2009
Frase do dia
A palavra é metade de quem a pronuncia e metade de quem a escuta.
Michel E. de Montaigne
Michel E. de Montaigne
Tuesday, May 26, 2009
Lince Ibérico - Dia Internacional da Biodiversidade

É hoje inaugurado o centro nacional do lince-ibérico
2009-05-22 11:11:00 Ana Fernandes
Hoje, em que o mundo comemora a biodiversidade, o ministro do Ambiente inaugura as instalações do centro nacional de reprodução do lince-ibérico, uma das espécies mais ameaçadas do planeta.
Na cerimónia, estarão presentes os Presidentes da empresa Águas do Algarve, Marques Ferreira, e do Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade Tito Rosa, que assinarão protocolos de transferência das instalações construídas pela empresa de águas para o ICNB.
“O Centro Nacional de Reprodução do Lince-Ibérico (CNRLI) é uma medida de sobrecompensação pelos impactos da construção da Barragem de Odelouca. Este centro integrará a rede de centros de reprodução de lince da Península Ibérica, e terá capacidade para instalar 16 animais”, lembra o Ministério do Ambiente.
O Governo espera que o centro seja habitado no final do Verão, com a chegada dos primeiros animais vindos dos centros de criação em Espanha.
Associação Almargem diz que centro não chega
A associação Almargem aproveita a ocasião para sublinhar que o centro de reprodução não chega. E acusa: “A situação lamentável a que se chegou com a extinção do lince-ibérico em Portugal, fica a dever-se à incompetência dos responsáveis governamentais que, durante anos, preferiram propalar números fantasiosos acerca da população existente nomeadamente na Serra Algarvia, e nada fizeram para evitar a degradação dos habitats e o desaparecimento dos derradeiros exemplares reprodutores.”
E diz que o investimento agora feito é fruto apenas de uma imposição da União Europeia por causa da barragem de Odelouca, feita onde se supõe ser dos últimos locais no país onde o lince ocorre.
Dando como exemplo a experiência espanhola de reprodução em cativeiro, a Almargem salienta que serão necessários cinco anos para que o centro nacional estivesse em condições de libertar os primeiros animais. “Importa, no entanto, recordar que, na Andaluzia, existem já 3 centros de cria, os quais têm sido regularmente reforçados com linces acidentados, provenientes das duas populações selvagens ainda existentes (Doñana e Andújar), situação que, obviamente, não vai acontecer em Portugal”, diz a associação.
Mas o fundamental é recuperar o habitat do lince, sem o qual qualquer intervenção de repovoamento será inútil. Mas a associação lembra que as áreas mais propícias estão em coutadas de caça. “Torna-se assim imperioso iniciar desde já um programa de formação e sensibilização dos caçadores, demonstrando ao mesmo tempo que é possível conciliar a futura presença de um grande predador com a existência de uma actividade regular de caça ao coelho”.
As populações de coelho-bravo devem também ser alvo de um programa específico de recuperação, sublinham os ambientalistas.
in http://www.publico.clix.pt/
Thursday, May 21, 2009
Monday, May 11, 2009
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