Astrólogo nega alteração de signos
Astrólogo esclarece que os signos não mudaram. Os aficionados do zodíaco podem ficar descansados.
Não há razão para alarme. Afinal os signos não mudaram. Após uma notícia avançada por astrónomos norte-americanos de que o calendário do zodíaco tinha mudado, vem agora o astrólogo Jeff Jawer, em declarações à CNN, dizer que as alterações não são significativas.
O astrólogo sublinha que uma leitura mais atenta dos dados mostra que pouco ou nada mudou. Existem dois tipos de signos, o sideral e o tropical, este último utilizado no ocidente. Para a Astrologia Tropical, gerida pelas estações, o ponto inicial dos signos é fixo no grau zero do signo de Carneiro, enquanto na Astrologia Sideral o ponto inicial não e fixo e movimenta-se através das estrelas.
"Quando olhamos para a Astrologia ocidental, a sazonalidade nunca mudou, porque nunca foi orientada por constelações e mantém-se intacta há já dois milénios", esclareceu o astrólogo Jeff Jawer à CNN.
Segundo os especialistas, teorias como a que os astrónomos avançaram surgem regularmente, "quando alguém pensa ter descoberta uma novidade, o que nunca acontece".
in DN
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Friday, January 14, 2011
O zodíaco mudou. E agora, qual é o seu signo?
Foi o assunto mais debatido na Internet ao longo de todo o dia de ontem: o calendário do zodíaco que conhecíamos até aqui está desfasado cerca de um mês. Crises de identidade à parte, há quem tenha agora de repensar as tatuagens com a figura do signo a que julgava pertencer...
11:20 Sexta feira, 14 de Jan de 2011
O zodíaco mudou. E agora, qual é o seu signo?
A notícia caiu como uma bomba entre os aficionados dos signos: Os astrónomos do Minnesota Planetarium Society, nos EUA, redefiniram o calendário do zodíaco. Na prática, quer dizer que a maioria de nós pertence ao signo anterior ao que julgava.
Se para muitos esta alteração nada representa, para outros o assunto é mais "grave": "Se o meu signo afinal é Balança, o que é que eu hei-de fazer à minha tatuagem de Escorpião", lia-se ontem no Twitter, onde esta questão foi precisamente a mais comentada do dia de quinta-feira.
A confusão foi lançada por um artigo publicado no Minneapolis Star Tribune, que explicava que os antigos astrónomos da Babilónia basearam os signos na constelação na qual o Sol se encontrava no dia do nascimento. Só que, ao longo dos milénios, a força gravitacional da Lua terá feito a Terra oscilar no seu eixo, criando um salto de um mês no alinhamento das estrelas, lê-se na entrevista de um astrónomo do Minnesota Planetarium Society ao Star Tribune.
Mas há mais: é que o artigo menciona também um 13º signo, que ficaria entre Escorpião e Sagitário, mas que vários astrónomos têm desvalorizado, dizendo que se refere a uma 13ª constelação (Ophiuchus), que teria sido posta de parte pelos babilónios, por quererem apenas 12 signos.
Para os curiosos, fica o calendário, segundo a nova perspetiva:
Capricórnio: De 20 Janeiro a 16 Fevereiro
Aquário: De 16 Fevereiro a 11 Março
Peixes: De 11 Março a 18 Abril
Carneiro: De 18 Abril a 13 Maio
Touro: De 13 Maio a 21 Junho
Gémeos: De 21 Junho a 20 Julho
Caranguejo: De 20 Julho a 10 Agosto
Leão: De 10 Agosto a 16 Setembro
Virgem: De 16 Setembro a 30 Outubro
Balança: De 30 de Outubro a 23 Novembro
Escorpião: De 23 a 29 Novembro
Serpentário (Ophiuchus): De 29 Novembro a 17 Dezembro
Sagitário: De 17 Dezembro a 20 Janeiro
in Visão
11:20 Sexta feira, 14 de Jan de 2011
O zodíaco mudou. E agora, qual é o seu signo?
A notícia caiu como uma bomba entre os aficionados dos signos: Os astrónomos do Minnesota Planetarium Society, nos EUA, redefiniram o calendário do zodíaco. Na prática, quer dizer que a maioria de nós pertence ao signo anterior ao que julgava.
Se para muitos esta alteração nada representa, para outros o assunto é mais "grave": "Se o meu signo afinal é Balança, o que é que eu hei-de fazer à minha tatuagem de Escorpião", lia-se ontem no Twitter, onde esta questão foi precisamente a mais comentada do dia de quinta-feira.
A confusão foi lançada por um artigo publicado no Minneapolis Star Tribune, que explicava que os antigos astrónomos da Babilónia basearam os signos na constelação na qual o Sol se encontrava no dia do nascimento. Só que, ao longo dos milénios, a força gravitacional da Lua terá feito a Terra oscilar no seu eixo, criando um salto de um mês no alinhamento das estrelas, lê-se na entrevista de um astrónomo do Minnesota Planetarium Society ao Star Tribune.
Mas há mais: é que o artigo menciona também um 13º signo, que ficaria entre Escorpião e Sagitário, mas que vários astrónomos têm desvalorizado, dizendo que se refere a uma 13ª constelação (Ophiuchus), que teria sido posta de parte pelos babilónios, por quererem apenas 12 signos.
Para os curiosos, fica o calendário, segundo a nova perspetiva:
Capricórnio: De 20 Janeiro a 16 Fevereiro
Aquário: De 16 Fevereiro a 11 Março
Peixes: De 11 Março a 18 Abril
Carneiro: De 18 Abril a 13 Maio
Touro: De 13 Maio a 21 Junho
Gémeos: De 21 Junho a 20 Julho
Caranguejo: De 20 Julho a 10 Agosto
Leão: De 10 Agosto a 16 Setembro
Virgem: De 16 Setembro a 30 Outubro
Balança: De 30 de Outubro a 23 Novembro
Escorpião: De 23 a 29 Novembro
Serpentário (Ophiuchus): De 29 Novembro a 17 Dezembro
Sagitário: De 17 Dezembro a 20 Janeiro
in Visão
Wednesday, January 12, 2011
Adeus Tommy

imagem made by Vento
Mais um casal que partiu para outras viagens. Não os conhecia tão bem quanto isso mas o grupo ficou mais pobre...lá se acabaram os mails com a assinatura do "É só rir.....rsrsrsrsrsrsrsr" ou "Eu só reencaminhei".
Vamos sentir a tua falta...eras conhecido pela boa disposição e pelo belo sorriso contagiante.
Ontem surgiram histórias, memórias, risos, lágrimas, boas recordações...ficas no coração de toda a malta!
Olhem por nós amigos e boas curvas na vossa nova viagem. Até um dia!
Monday, December 13, 2010
Morte de achado arqueológico
Numa das nossas aventuras pelas geocaches, encontr+amos uma que vale a pena partilhar convosco. Peço desculpa o autor, mas vou ter de copiar o texto que ele colocou...pode ser que alguém o consiga ler neste blog e fazer qualquer coisa para que este achado arqueológico não se perca para sempre...
Aqui vai:

(...)Situa-se na Praia das Maçãs, próximo do terminal da linha do eléctrico, e destina-se a dar a conhecer um importante conjunto sepulcral pré-histórico português.
O Tholos da Praia das Maçãs
Descoberto em 1927, é um dos mais importantes conjuntos sepulcrais pré-históricos. Só que em vez de ser explorado e aberto ao público, está totalmente abandonado e coberto de canaviais e outras plantas, servindo principalmente como sanitários a toda a gente que ali passa.
Há pouco tempo, teve uma mudança significativa. Mas não, ao contrário do que era de esperar, não foi arranjado. Foi simplesmente coberto de areia para não ser ainda mais vandalizado.
Actualmente a areia está coberta de vegetação, tornando este importante conjunto pré-histórico desconhecido de todos, incluindo de quem ali mora, e transformado num monte de areia e plantas.
O espólio deste conjunto foi preservado e pode ser visto no Museu Nacional de Arqueologia e Etnologia, Museu dos Serviços Geológicos de Portugal e no Museu Regional de Sintra.
Esperemos que rapidamente alguém com poderes para isso descubra a importância deste local e o arranje e disponibilize para visitas.

Este conjunto é composto por diversas câmaras, que mostram que a sua construção terá ocorrido em várias fases, entre 3800 e 3000 a.C.:
EN: This graveyard is composed in several chambers, which shows it has been build by several phases, between 3800 and 3000 B.C.:
1 - Câmara ocidental, com cerca de 2 m de diâmetro, escavada na rocha. / Western chamber, some 2 meters diameter.
2 - Pequeno corredor, revestido, no seu lado sul, por um muro de pedra. De referir a existência de dois nichos no final deste corredor, eventualmente para receber mobiliário votivo. / Small corridor, with a stone wall at south. There are two small doors at the end, probably used to receive some furniture.
3 - Câmara do tholos, com cerca de 5 a 5,5 m de diâmetro, rodeada por um muro de lajes calcárias dispostas horizontalmente. No centro possui uma cavidade onde se inseria um pilar que ajudava a sustentar o tecto da câmara.
in www.geocaching.com
Aqui vai:

(...)Situa-se na Praia das Maçãs, próximo do terminal da linha do eléctrico, e destina-se a dar a conhecer um importante conjunto sepulcral pré-histórico português.
O Tholos da Praia das Maçãs
Descoberto em 1927, é um dos mais importantes conjuntos sepulcrais pré-históricos. Só que em vez de ser explorado e aberto ao público, está totalmente abandonado e coberto de canaviais e outras plantas, servindo principalmente como sanitários a toda a gente que ali passa.
Há pouco tempo, teve uma mudança significativa. Mas não, ao contrário do que era de esperar, não foi arranjado. Foi simplesmente coberto de areia para não ser ainda mais vandalizado.
Actualmente a areia está coberta de vegetação, tornando este importante conjunto pré-histórico desconhecido de todos, incluindo de quem ali mora, e transformado num monte de areia e plantas.
O espólio deste conjunto foi preservado e pode ser visto no Museu Nacional de Arqueologia e Etnologia, Museu dos Serviços Geológicos de Portugal e no Museu Regional de Sintra.
Esperemos que rapidamente alguém com poderes para isso descubra a importância deste local e o arranje e disponibilize para visitas.

Este conjunto é composto por diversas câmaras, que mostram que a sua construção terá ocorrido em várias fases, entre 3800 e 3000 a.C.:
EN: This graveyard is composed in several chambers, which shows it has been build by several phases, between 3800 and 3000 B.C.:
1 - Câmara ocidental, com cerca de 2 m de diâmetro, escavada na rocha. / Western chamber, some 2 meters diameter.
2 - Pequeno corredor, revestido, no seu lado sul, por um muro de pedra. De referir a existência de dois nichos no final deste corredor, eventualmente para receber mobiliário votivo. / Small corridor, with a stone wall at south. There are two small doors at the end, probably used to receive some furniture.
3 - Câmara do tholos, com cerca de 5 a 5,5 m de diâmetro, rodeada por um muro de lajes calcárias dispostas horizontalmente. No centro possui uma cavidade onde se inseria um pilar que ajudava a sustentar o tecto da câmara.
in www.geocaching.com
Friday, December 3, 2010
Datos de contacto para compañía aérea
A partir de ahora, aquellos que utilicéis la agencia de viajes, observaréis que nuestro agente de viajes os solicitará un teléfono y nombre al que las compañías aéreas puedan contactar en caso de necesidad.
El motivo es que el Parlamento Europeo ha promulgado el Reglamento 996/2010 sobre investigación y prevención de accidentes en la aviación civil cuya fecha de entrada en vigor es el 2 de Diciembre.
Por lo tanto, desde ayer, la norma obliga a las compañías aéreas a solicitar a sus viajeros el nombre y teléfono de contacto de un familiar o allegado, a quien poder informar con rapidez sobre cualquier emergencia aérea que le afecte. El precepto normativo prohíbe cualquier uso distinto de la información facilitada, la comunicación a terceros o su utilización con fines comerciales.
Facilitar esta información es voluntario, por tanto en el caso de que de no hacerlo, la compañía de viajes lo reflejará en el campo obligatorio de la reserva, con la palabra “REFUSED”.
El motivo es que el Parlamento Europeo ha promulgado el Reglamento 996/2010 sobre investigación y prevención de accidentes en la aviación civil cuya fecha de entrada en vigor es el 2 de Diciembre.
Por lo tanto, desde ayer, la norma obliga a las compañías aéreas a solicitar a sus viajeros el nombre y teléfono de contacto de un familiar o allegado, a quien poder informar con rapidez sobre cualquier emergencia aérea que le afecte. El precepto normativo prohíbe cualquier uso distinto de la información facilitada, la comunicación a terceros o su utilización con fines comerciales.
Facilitar esta información es voluntario, por tanto en el caso de que de no hacerlo, la compañía de viajes lo reflejará en el campo obligatorio de la reserva, con la palabra “REFUSED”.
Monday, November 29, 2010
Morreu o actor canadiano Leslie Nielsen

O actor canadiano Leslie Nielsen, protagonista da comédia "Aeroplano", morreu ontem num hospital da Florida, nos Estados Unidos, aos 84 anos, anunciou o seu sobrinho Doug Nielsen.
O estado de saúde de Leslie Nielsen, hospitalizado há 12 dias por problemas pulmonares, começou a agravar-se nas últimas 48 horas, indicou Doug Nielsen à rádio CKNW.
No domingo à tarde, "com os seus amigos e a sua mulher, Barbaree, ao seu lado, ele adormeceu e morreu", disse ainda Doug Nielsen.
Leslie Nielsen ficou conhecido pela participação em várias séries de televisão norte-americanas de sucesso como "Peyton Place", "Dr. Kildare", "Le Fugitif", "Kojak" ou "M.A.S.H.".
Posteriormente tornou-se uma celebridade mundial graças à participação em filmes de culto na área da comédia como "Aeroplano" (1980), "Onde Pára a Polícia" (1988), "Onde Pára a Polícia 2 1/2: O Cheiro do Medo" (1991) ou "Onde Pára a Polícia 33 1/3" (1994).
in Público
Wednesday, November 24, 2010
Portugal está a deixar cair a geração mais qualificada
Greve geral
Portugal está a deixar cair a geração mais qualificada
24.11.2010 - 11:34 Por Luís Francisco
Nunca houve tantos licenciados em Portugal. E nunca foi tão difícil para os jovens encontrar emprego. As centrais sindicais dizem que a greve geral também é feita em nome desta geração que se pode perder, entre a precariedade e o apelo da emigração. Num cenário de "défice democrático" no mundo laboral, os melhores são os que arriscam sair do país.
A taxa de desemprego entre os jovens mais do que duplica o índice geral. Entre os que arranjam emprego, só cerca de um terço escapa à regra dos contratos a termo, recibos verdes e outras formas de precariedade. Um em cada dez licenciados abandona o país. É o retrato de uma geração sem saída. Em tempos de greve geral, não espanta que as centrais sindicais tenham colocado os jovens na primeira linha da luta.
Sendo Portugal um país com baixa qualificação académica da sua força de trabalho - e tendo em conta a importância da formação num mundo cada vez mais competitivo -, o número crescente de licenciados a saírem das universidades deveria ser uma boa notícia. Mas não é. No actual cenário de crise, os jovens são os mais prejudicados pela extinção de postos de trabalho e, entre eles, os que investiram na formação académica são exactamente os que se deparam com mais portas fechadas.
Elísio Estanque, professor de Economia e investigador do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, considera que este discurso das centrais sindicais é "ainda mais apropriado pelo facto de o instinto de sobrevivência e o individualismo criarem junto dos jovens alguma resistência às formas de luta colectiva". Cabe ao sindicalismo encontrar "formas de os sensibilizar e mobilizar".
"O individualismo assume-se em situações de desafogo, quando há oportunidades. Em situações de crise, isto muda", diz Elísio Estanque, convicto de que "o individualismo já atingiu o seu ponto de exaustão". "Acho natural que, por desespero ou consciencialização, os jovens comecem a organizar-se de outra forma." Nesse sentido, "a recente invasão pacífica de um call-center pode ser um sinal dos tempos".
Formas de luta mais imaginativas conseguem tornear as dificuldades colocadas por um sistema que os impede de "dar a cara de forma explícita". Com contratos a prazo ou a recibos verdes, não é fácil afrontar a entidade patronal, para mais numa altura em que se vive um "défice democrático", na opinião de Elísio Estanque: "Ser sindicalizado é ser criminoso, diabolizam-se os sindicatos de forma excessiva. E a repressão, o controlo e o despotismo acabam por privilegiar os medíocres em detrimento dos mais competentes. A fidelidade é mais importante do que a competência."
Os melhores estão a sair?
Com poucos (e maus) empregos à sua espera, não espanta que muitos jovens optem por deixar o país. O fluxo da emigração atingiu nesta década valores só comparáveis aos do êxodo dos anos 60 do século passado e os números só baixaram nos últimos dois anos porque a crise também se faz sentir lá fora. Rui Pena Pires, sociólogo e professor do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa, em Lisboa, fala em 60.000 saídas por ano - eram à volta de 70.000 na década de 1960. Os números são diferentes, no entanto, porque antigamente "quase ninguém regressava no curto prazo e agora a mobilidade é maior".
"Ainda não há estatísticas por idade, só daqui a uns seis meses. Mas a emigração concentra-se na população activa jovem... Por dedução, pensamos serem esses os que estão a sair", explica o coordenador do projecto de investigação Atlas das Migrações. Quando chegarem, os números tratarão de confirmar o sentimento geral. "Todos nós conhecemos gente que saiu recentemente de Portugal. Os meus dois filhos, por exemplo, estão fora do país."
Mais preparados, em muitos casos até com relacionamentos cultivados em programas de intercâmbio estudantil, os licenciados estão na primeira fila dos que olham para lá das fronteiras. O mercado de trabalho é global. O Banco Mundial calculou que um quinto dos licenciados portugueses vive fora do país e uma afinação dos números aponta para um dado ainda mais significativo: um em cada dez (11 por cento) licenciados tira o "canudo" por cá, antes de emigrar.
"Não é um número terrível. No Reino Unido, são 10 por cento os recém-licenciados que emigram. Mas, lá, as entradas de pessoas com qualificações universitárias mais do que compensam este fluxo. Em Portugal, não", analisa Rui Pena Pires. Ou seja, neste momento, Portugal é um exportador de cérebros. Alguns saem porque as suas carreiras (na investigação científica ou em multinacionais, por exemplo) apontam nessa direcção. A maior parte sai porque não tem perspectivas de futuro. "Temos de contar com as gerações que estão a chegar, se queremos que a economia seja competitiva, que as pessoas se sintam seguras, que a democracia floresça", lembra Elísio Estanque. "Mas, pelos indícios que temos, os mais qualificados, os mais competentes, são os mais ousados e os que assumem o risco de ir para fora...""É preciso alargar horizontes"
Bruno Cea, 24 anos, licenciado em Negócios Internacionais (Universidade do Minho)
Aconteceu a Bruno o que tantas vezes acontece a quem procura uma saída: apareceram-lhe duas. Há cinco meses, entre uma "boa proposta" de estágio numa empresa e a "oportunidade única" de estagiar no Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE), escolheu a segunda. "As oportunidades aparecem; é preciso é estarmos prontos para as agarrar."
Terminada a licenciatura, trabalhou num restaurante e foi a Angola, onde percebeu que há "boas oportunidades" mas a prioridade é dada "a jovens quadros angolanos". Regressou a Barcelos e começou a procurar trabalho. "O mercado pede coisas a um recém-licenciado, como "três anos de experiência"..."
Agora está em Lisboa e foi "muito bem recebido" no MNE, onde está apostado em "desenvolver competências". Bruno diz que "é preciso alargar horizontes", sejam eles geográficos ("Não podemos confinar-nos ao mercado doméstico") ou intelectuais ("Tudo o que aprendemos faz-nos crescer enquanto pessoas.")
A "precariedade, o desemprego, o custo de vida, as propinas elevadas e as práticas em algumas empresas" justificam o descontentamento das pessoas e elas têm o direito de se manifestar. Mas Bruno acha que a greve não é a melhor solução: "O que é importante para os jovens é que se aposte em dar-lhes competências."
(...)
in Publico
Portugal está a deixar cair a geração mais qualificada
24.11.2010 - 11:34 Por Luís Francisco
Nunca houve tantos licenciados em Portugal. E nunca foi tão difícil para os jovens encontrar emprego. As centrais sindicais dizem que a greve geral também é feita em nome desta geração que se pode perder, entre a precariedade e o apelo da emigração. Num cenário de "défice democrático" no mundo laboral, os melhores são os que arriscam sair do país.
A taxa de desemprego entre os jovens mais do que duplica o índice geral. Entre os que arranjam emprego, só cerca de um terço escapa à regra dos contratos a termo, recibos verdes e outras formas de precariedade. Um em cada dez licenciados abandona o país. É o retrato de uma geração sem saída. Em tempos de greve geral, não espanta que as centrais sindicais tenham colocado os jovens na primeira linha da luta.
Sendo Portugal um país com baixa qualificação académica da sua força de trabalho - e tendo em conta a importância da formação num mundo cada vez mais competitivo -, o número crescente de licenciados a saírem das universidades deveria ser uma boa notícia. Mas não é. No actual cenário de crise, os jovens são os mais prejudicados pela extinção de postos de trabalho e, entre eles, os que investiram na formação académica são exactamente os que se deparam com mais portas fechadas.
Elísio Estanque, professor de Economia e investigador do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, considera que este discurso das centrais sindicais é "ainda mais apropriado pelo facto de o instinto de sobrevivência e o individualismo criarem junto dos jovens alguma resistência às formas de luta colectiva". Cabe ao sindicalismo encontrar "formas de os sensibilizar e mobilizar".
"O individualismo assume-se em situações de desafogo, quando há oportunidades. Em situações de crise, isto muda", diz Elísio Estanque, convicto de que "o individualismo já atingiu o seu ponto de exaustão". "Acho natural que, por desespero ou consciencialização, os jovens comecem a organizar-se de outra forma." Nesse sentido, "a recente invasão pacífica de um call-center pode ser um sinal dos tempos".
Formas de luta mais imaginativas conseguem tornear as dificuldades colocadas por um sistema que os impede de "dar a cara de forma explícita". Com contratos a prazo ou a recibos verdes, não é fácil afrontar a entidade patronal, para mais numa altura em que se vive um "défice democrático", na opinião de Elísio Estanque: "Ser sindicalizado é ser criminoso, diabolizam-se os sindicatos de forma excessiva. E a repressão, o controlo e o despotismo acabam por privilegiar os medíocres em detrimento dos mais competentes. A fidelidade é mais importante do que a competência."
Os melhores estão a sair?
Com poucos (e maus) empregos à sua espera, não espanta que muitos jovens optem por deixar o país. O fluxo da emigração atingiu nesta década valores só comparáveis aos do êxodo dos anos 60 do século passado e os números só baixaram nos últimos dois anos porque a crise também se faz sentir lá fora. Rui Pena Pires, sociólogo e professor do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa, em Lisboa, fala em 60.000 saídas por ano - eram à volta de 70.000 na década de 1960. Os números são diferentes, no entanto, porque antigamente "quase ninguém regressava no curto prazo e agora a mobilidade é maior".
"Ainda não há estatísticas por idade, só daqui a uns seis meses. Mas a emigração concentra-se na população activa jovem... Por dedução, pensamos serem esses os que estão a sair", explica o coordenador do projecto de investigação Atlas das Migrações. Quando chegarem, os números tratarão de confirmar o sentimento geral. "Todos nós conhecemos gente que saiu recentemente de Portugal. Os meus dois filhos, por exemplo, estão fora do país."
Mais preparados, em muitos casos até com relacionamentos cultivados em programas de intercâmbio estudantil, os licenciados estão na primeira fila dos que olham para lá das fronteiras. O mercado de trabalho é global. O Banco Mundial calculou que um quinto dos licenciados portugueses vive fora do país e uma afinação dos números aponta para um dado ainda mais significativo: um em cada dez (11 por cento) licenciados tira o "canudo" por cá, antes de emigrar.
"Não é um número terrível. No Reino Unido, são 10 por cento os recém-licenciados que emigram. Mas, lá, as entradas de pessoas com qualificações universitárias mais do que compensam este fluxo. Em Portugal, não", analisa Rui Pena Pires. Ou seja, neste momento, Portugal é um exportador de cérebros. Alguns saem porque as suas carreiras (na investigação científica ou em multinacionais, por exemplo) apontam nessa direcção. A maior parte sai porque não tem perspectivas de futuro. "Temos de contar com as gerações que estão a chegar, se queremos que a economia seja competitiva, que as pessoas se sintam seguras, que a democracia floresça", lembra Elísio Estanque. "Mas, pelos indícios que temos, os mais qualificados, os mais competentes, são os mais ousados e os que assumem o risco de ir para fora...""É preciso alargar horizontes"
Bruno Cea, 24 anos, licenciado em Negócios Internacionais (Universidade do Minho)
Aconteceu a Bruno o que tantas vezes acontece a quem procura uma saída: apareceram-lhe duas. Há cinco meses, entre uma "boa proposta" de estágio numa empresa e a "oportunidade única" de estagiar no Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE), escolheu a segunda. "As oportunidades aparecem; é preciso é estarmos prontos para as agarrar."
Terminada a licenciatura, trabalhou num restaurante e foi a Angola, onde percebeu que há "boas oportunidades" mas a prioridade é dada "a jovens quadros angolanos". Regressou a Barcelos e começou a procurar trabalho. "O mercado pede coisas a um recém-licenciado, como "três anos de experiência"..."
Agora está em Lisboa e foi "muito bem recebido" no MNE, onde está apostado em "desenvolver competências". Bruno diz que "é preciso alargar horizontes", sejam eles geográficos ("Não podemos confinar-nos ao mercado doméstico") ou intelectuais ("Tudo o que aprendemos faz-nos crescer enquanto pessoas.")
A "precariedade, o desemprego, o custo de vida, as propinas elevadas e as práticas em algumas empresas" justificam o descontentamento das pessoas e elas têm o direito de se manifestar. Mas Bruno acha que a greve não é a melhor solução: "O que é importante para os jovens é que se aposte em dar-lhes competências."
(...)
in Publico
Friday, November 12, 2010
Morreu João Serra, o "Senhor do Adeus"
João Manuel Serra, conhecido em Lisboa como o "Senhor do Adeus", morreu aos 80 anos de idade.

"O meu grande amigo João Serra, o famoso 'Senhor do Adeus', faleceu. Conheci-o há cerca de sete anos e desde então fomos todos os domingos ao cinema", escreveu ontem à noite o realizador de cinema Filipe Melo no blogue Senhor do Adeus.
João Manuel Serra ficou conhecido dos lisboetas por passar as noites na zona do Saldanha, em Lisboa, a dizer adeus aos automobilistas que ali passavam - por vezes escolhia outras zonas da cidade durante o dia.
No blogue Senhor do Adeus pode ler-se que, todos os domingos, João Serra ia "ao cinema com Filipe Melo e com Tiago Carvalho", sendo que o blogue servia "para documentar as opiniões e observações de João Serra sobre os filmes e sobre a vida". "Os comentários deixados no blogue durante a semana serão lidos ao João Serra no domingo seguinte", de acordo com os autores da página.
"Eu sou o Senhor do Olá"
"Chamam-me o Senhor do Adeus, mas eu sou o Senhor do Olá. Aquele que acena no Saldanha, a partir da meia-noite. Tudo isto é solidão? Essa senhora é uma malvada, que me persegue por entre as paredes vazias de casa. Para lhe escapar, venho para aqui. Acenar é a minha forma de comunicar, de sentir gente", escrevia, em Março de 2008, o Expresso sobre João Manuel Serra, salientando: "São quase duas da manhã e os carros não param de lhe apitar. Nem eu de lhes acenar. Só fico triste quando o movimento acaba."
"Venho para a Praça Duque de Saldanha, desde que fiquei nas mãos de não ter ninguém. Nasci aqui perto, na casa da minha avó. Um palacete tão bonito, que o Calouste Gulbenkian quis comprá-lo. Vê-se que foi um menino rico. Sou filho de gente abastada, nunca trabalhei nem entrei numa cozinha", acrescentava o semanário, citando o "Senhor do Adeus".
Em Setembro de 2003, o Diário de Notícias escrevia que João Serra "nunca trabalhou, mas conhece a Europa toda" e "já entrou em dois filmes e até num teledisco".
No Facebook, já surgiu um apelo para uma concentração às 22h00 de hoje, no Saldanha, "para dizer adeus aos carros em homenagem ao senhor João que o fazia noite após noite". Desconhece-se o local e a hora do funeral de João Manuel Serra.
in Público
imagem de janeladeimagens

"O meu grande amigo João Serra, o famoso 'Senhor do Adeus', faleceu. Conheci-o há cerca de sete anos e desde então fomos todos os domingos ao cinema", escreveu ontem à noite o realizador de cinema Filipe Melo no blogue Senhor do Adeus.
João Manuel Serra ficou conhecido dos lisboetas por passar as noites na zona do Saldanha, em Lisboa, a dizer adeus aos automobilistas que ali passavam - por vezes escolhia outras zonas da cidade durante o dia.
No blogue Senhor do Adeus pode ler-se que, todos os domingos, João Serra ia "ao cinema com Filipe Melo e com Tiago Carvalho", sendo que o blogue servia "para documentar as opiniões e observações de João Serra sobre os filmes e sobre a vida". "Os comentários deixados no blogue durante a semana serão lidos ao João Serra no domingo seguinte", de acordo com os autores da página.
"Eu sou o Senhor do Olá"
"Chamam-me o Senhor do Adeus, mas eu sou o Senhor do Olá. Aquele que acena no Saldanha, a partir da meia-noite. Tudo isto é solidão? Essa senhora é uma malvada, que me persegue por entre as paredes vazias de casa. Para lhe escapar, venho para aqui. Acenar é a minha forma de comunicar, de sentir gente", escrevia, em Março de 2008, o Expresso sobre João Manuel Serra, salientando: "São quase duas da manhã e os carros não param de lhe apitar. Nem eu de lhes acenar. Só fico triste quando o movimento acaba."
"Venho para a Praça Duque de Saldanha, desde que fiquei nas mãos de não ter ninguém. Nasci aqui perto, na casa da minha avó. Um palacete tão bonito, que o Calouste Gulbenkian quis comprá-lo. Vê-se que foi um menino rico. Sou filho de gente abastada, nunca trabalhei nem entrei numa cozinha", acrescentava o semanário, citando o "Senhor do Adeus".
Em Setembro de 2003, o Diário de Notícias escrevia que João Serra "nunca trabalhou, mas conhece a Europa toda" e "já entrou em dois filmes e até num teledisco".
No Facebook, já surgiu um apelo para uma concentração às 22h00 de hoje, no Saldanha, "para dizer adeus aos carros em homenagem ao senhor João que o fazia noite após noite". Desconhece-se o local e a hora do funeral de João Manuel Serra.
in Público
imagem de janeladeimagens
Wednesday, November 3, 2010
E se em vez do carro e do avião, o Estado usasse a videoconferência para reuniões?
E se em vez do carro e do avião, o Estado usasse a videoconferência para reuniões?
Por Nuno Sá Lourenço
É defeito profissional, talvez. O deputado Jorge Seguro Sanches trabalhou na multinacional Microsoft antes de entrar em São Bento. A experiência fez com que, chegado ao Parlamento, se tenha surpreendido com o facto de a máquina administrativa não estar a usar mais as potencialidades das novas tecnologias.
Seguro Sanches não percebe a morosidade do Estado português em adoptar um sistema tecnológico que implica poupança de recursos e tempo. Por isso vem questionando há meses o Governo sobre os esforços feitos para passar a "utilizar preferencialmente os serviços de telecomunicações mais económicos". Numa pergunta enviada ao Governo em Maio, o socialista e outros oito deputados do PS consideram "evidente que os serviços públicos ainda não introduziram práticas comuns no mundo empresarial, como a utilização de centrais telefónicas que usem VOIP".
Mas a pergunta transforma-se em proposta e defende que os funcionários públicos passem a usar mais vezes a tecnologia para reuniões que até agora requeriam deslocações. "Os serviços públicos ainda recorrem, em grande parte, à transmissão de informação e à realização de reuniões nos formatos tradicionais. Basta constatar a existência generalizada e periódica de reuniões com dirigentes distritais ou regionais, com a consequente deslocação de, pelo menos um dirigente, uma viatura e de um condutor."
Numa outra pergunta ao Governo, também em Maio, o deputado pretendia aferir junto do Ministério das Finanças se estava a ser aplicada a resolução do Conselho de Ministros de 2006 que recomendava que o pessoal dos gabinetes passasse a "utilizar preferencialmente a classe económica" em voos com duração mais reduzida. Aí questionava se estaria a ser feita "alguma avaliação" sobre outra recomendação já aprovada: "Que apenas podem ser realizadas as deslocações cujos objectivos não possam ser perseguidos através da utilização de novas tecnologias, designadamente correio electrónico, videoconferência ou videochamada."
Falta de estudos
Parte da resposta veio da Secretaria de Estado da Modernização Administrativa, através do vogal do conselho directivo da UMIC-Agência para a Modernização Admnistrativa, Gonçalo Caseiro. E demonstra que o assunto está a passar por baixo do radar dos serviços públicos. Segundo os dados da UMIC, em 2007 "aproximadamente 70 por cento dos organismos utilizam banda larga", ou seja, a infra-estrutura necessária para recorrer a estes sistemas já está implantada em grande parte da máquina administrativa. Mas sobre a questão de fundo - os esforços para substituir reuniões presenciais por teleconferência - a entidade responsável não sabe. Não há estudos ou estão ainda a ser feitos. Os poucos exemplos de aplicações são em nichos dos serviços públicos.
UMIC sem messenger
Gonçalo Caseiro apresenta os casos da utilização de sistemas VOIP no Instituto das Tecnologias de Informação na Justiça, no Centro de Gestão da Rede Informática do Governo e na Agência para a Sociedade do Conhecimento. A título de exemplo, Agência para Modernização Administrativa não instalou ainda uma rede de messaging entre os seus trabalhadores. Parece que vai ser este ano que o vão fazer, ou seja, as entidades responsáveis por disseminar as novas tecnologias nos serviços públicos usam-nas, mas parecem ter dificuldade em transferir esse know-how para o resto da administração.
"Este é o tipo de política que devia abranger todos os departamentos do Estado", afirma Seguro Sanches ao PÚBLICO. "Somos o país europeu líder em serviços públicos online, já fizemos esse percurso, falta-nos agora dar este passo. Já só nos falta ganhar dinheiro com isto. E poupar dinheiro também", conclui.
in Publico
Por Nuno Sá Lourenço
É defeito profissional, talvez. O deputado Jorge Seguro Sanches trabalhou na multinacional Microsoft antes de entrar em São Bento. A experiência fez com que, chegado ao Parlamento, se tenha surpreendido com o facto de a máquina administrativa não estar a usar mais as potencialidades das novas tecnologias.
Seguro Sanches não percebe a morosidade do Estado português em adoptar um sistema tecnológico que implica poupança de recursos e tempo. Por isso vem questionando há meses o Governo sobre os esforços feitos para passar a "utilizar preferencialmente os serviços de telecomunicações mais económicos". Numa pergunta enviada ao Governo em Maio, o socialista e outros oito deputados do PS consideram "evidente que os serviços públicos ainda não introduziram práticas comuns no mundo empresarial, como a utilização de centrais telefónicas que usem VOIP".
Mas a pergunta transforma-se em proposta e defende que os funcionários públicos passem a usar mais vezes a tecnologia para reuniões que até agora requeriam deslocações. "Os serviços públicos ainda recorrem, em grande parte, à transmissão de informação e à realização de reuniões nos formatos tradicionais. Basta constatar a existência generalizada e periódica de reuniões com dirigentes distritais ou regionais, com a consequente deslocação de, pelo menos um dirigente, uma viatura e de um condutor."
Numa outra pergunta ao Governo, também em Maio, o deputado pretendia aferir junto do Ministério das Finanças se estava a ser aplicada a resolução do Conselho de Ministros de 2006 que recomendava que o pessoal dos gabinetes passasse a "utilizar preferencialmente a classe económica" em voos com duração mais reduzida. Aí questionava se estaria a ser feita "alguma avaliação" sobre outra recomendação já aprovada: "Que apenas podem ser realizadas as deslocações cujos objectivos não possam ser perseguidos através da utilização de novas tecnologias, designadamente correio electrónico, videoconferência ou videochamada."
Falta de estudos
Parte da resposta veio da Secretaria de Estado da Modernização Administrativa, através do vogal do conselho directivo da UMIC-Agência para a Modernização Admnistrativa, Gonçalo Caseiro. E demonstra que o assunto está a passar por baixo do radar dos serviços públicos. Segundo os dados da UMIC, em 2007 "aproximadamente 70 por cento dos organismos utilizam banda larga", ou seja, a infra-estrutura necessária para recorrer a estes sistemas já está implantada em grande parte da máquina administrativa. Mas sobre a questão de fundo - os esforços para substituir reuniões presenciais por teleconferência - a entidade responsável não sabe. Não há estudos ou estão ainda a ser feitos. Os poucos exemplos de aplicações são em nichos dos serviços públicos.
UMIC sem messenger
Gonçalo Caseiro apresenta os casos da utilização de sistemas VOIP no Instituto das Tecnologias de Informação na Justiça, no Centro de Gestão da Rede Informática do Governo e na Agência para a Sociedade do Conhecimento. A título de exemplo, Agência para Modernização Administrativa não instalou ainda uma rede de messaging entre os seus trabalhadores. Parece que vai ser este ano que o vão fazer, ou seja, as entidades responsáveis por disseminar as novas tecnologias nos serviços públicos usam-nas, mas parecem ter dificuldade em transferir esse know-how para o resto da administração.
"Este é o tipo de política que devia abranger todos os departamentos do Estado", afirma Seguro Sanches ao PÚBLICO. "Somos o país europeu líder em serviços públicos online, já fizemos esse percurso, falta-nos agora dar este passo. Já só nos falta ganhar dinheiro com isto. E poupar dinheiro também", conclui.
in Publico
Tuesday, October 19, 2010
Definição de Avó!
Artigo redigido por uma menina de 8 anos e publicado no Jornal do Cartaxo. Uma delícia!
'Uma Avó é uma mulher que não tem filhos, por isso gosta dos filhos dos outros. As Avós não têm nada para fazer, é só estarem ali. Quando nos levam a passear, andam devagar e não pisam as flores bonitas nem as lagartas. Nunca dizem 'Despacha-te!'. Normalmente são gordas, mas mesmo assim conseguem apertar-nos os sapatos. Sabem sempre que a gente quer mais uma fatia de bolo ou uma fatia maior. As Avós usam óculos e às vezes até conseguem tirar os dentes. Quando nos contam historias, nunca saltam bocados e nunca se importam de contar a mesma história várias vezes. As Avós são as únicas pessoas grandes que têm sempre tempo. Não são tão fracas como dizem, apesar de morrerem mais vezes do que nós.
Toda a gente deve fazer o possível por ter uma Avó, sobretudo se não tiver Televisão'.
'Uma Avó é uma mulher que não tem filhos, por isso gosta dos filhos dos outros. As Avós não têm nada para fazer, é só estarem ali. Quando nos levam a passear, andam devagar e não pisam as flores bonitas nem as lagartas. Nunca dizem 'Despacha-te!'. Normalmente são gordas, mas mesmo assim conseguem apertar-nos os sapatos. Sabem sempre que a gente quer mais uma fatia de bolo ou uma fatia maior. As Avós usam óculos e às vezes até conseguem tirar os dentes. Quando nos contam historias, nunca saltam bocados e nunca se importam de contar a mesma história várias vezes. As Avós são as únicas pessoas grandes que têm sempre tempo. Não são tão fracas como dizem, apesar de morrerem mais vezes do que nós.
Toda a gente deve fazer o possível por ter uma Avó, sobretudo se não tiver Televisão'.
Monday, October 18, 2010
Trânsito parado na A8
A8 em obras, piso em mau estado, faixas de rodagem são cortadas da noite para o dia, estrada perigosa e suja das areias e pedaços de alcatrão que por ali vão sendo espalhados e no fim de tudo ainda temos de pagar portagem para poder circular a 50 - 80 numa auto-estrada...
Um toque, faixa de rodagem cortada, mais de 1h de trânsito parado...e foi assim a minha bela manhã...
Monday, October 4, 2010
Dia Internacional do Animal
Dez espécies em risco de extinção
A União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) coloca dez espécies a caminho da extinção, consequência do aumento da temperatura global. As alterações nos habitats deixam as raposas do Árctico, os peixes-palhaço, os koalas, os pinguins--imperador, as tartarugas de Couro, os corais, as focas-aneladas, as árvores Quiver, os salmões e as baleias beluga sob ameaça.
As implicações negativas do comportamento do ser humano nos habitats das espécies são evidentes: 21 por cento de todos os mamíferos, 29 por cento de anfíbios, 12 por cento das aves, 35 por cento das árvores coníferas e cicadófitas, 17 por cento dos tubarões e 27 por cento dos recifes do coral estão em risco de desaparecer.
Os koalas, alerta a IUCN, são uma espécie muito sensível, devido às necessidades alimentares muito específicas. O eucalipto é a sua única forma de alimento, mas as folhas dessa árvore têm perdido capacidade nutritiva com o aumento da concentração de CO2. O resultado será a extinção por falta de alimento.
Na Antárctica, a situação dos pinguins-imperador é igualmente preocupante, devido à espessura da camada de gelo sazonal que tem vindo a diminuir.
O aquecimento global também tem impacto nas temperaturas dos oceanos. Os corais, por exemplo, são dos mais prejudicados.
O planeta está atento a estas situações e hoje mais de 70 países assinalam o Dia Internacional do Animal, que pretende alertar para um melhor relacionamento entre a humanidade e o reino animal.
ADOPÇÃO ADIADA PARA NOVEMBRO
Portugal é um dos países que se associaram à iniciativa Dia do Animal. O mau tempo verificado ontem em Lisboa estragou os planos da Liga Portuguesa dos Direitos dos Animais que tinha agendado uma acção de adopção de cerca de 200 animais. "Vamos adiar a bênção dos animais, mas em Novembro haverá um espaço fechado onde estarão presentes as mesmas associações para dar para adopção entre 200 a 250 animais", disse Maria do Céu Sampaio, presidente da Liga Portuguesa dos Direitos dos Animais.
LINCES A EVOLUIR BEM EM SILVES
Espécie ameaçada, o lince-ibérico é alvo de uma tentativa de reintrodução em Portugal, no Centro de Reprodução em Cativeiro de Silves. O centro conta com cinco fêmeas e onze machos, estando todos "de muito boa saúde", disse ao CM Rodrigo Serra, director do Centro. A época de reprodução, que começa em Janeiro, é esperada com expectativa, para ver se alguma cria cresce com sucesso.
In Correio da Manhã
A União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) coloca dez espécies a caminho da extinção, consequência do aumento da temperatura global. As alterações nos habitats deixam as raposas do Árctico, os peixes-palhaço, os koalas, os pinguins--imperador, as tartarugas de Couro, os corais, as focas-aneladas, as árvores Quiver, os salmões e as baleias beluga sob ameaça.
As implicações negativas do comportamento do ser humano nos habitats das espécies são evidentes: 21 por cento de todos os mamíferos, 29 por cento de anfíbios, 12 por cento das aves, 35 por cento das árvores coníferas e cicadófitas, 17 por cento dos tubarões e 27 por cento dos recifes do coral estão em risco de desaparecer.
Os koalas, alerta a IUCN, são uma espécie muito sensível, devido às necessidades alimentares muito específicas. O eucalipto é a sua única forma de alimento, mas as folhas dessa árvore têm perdido capacidade nutritiva com o aumento da concentração de CO2. O resultado será a extinção por falta de alimento.
Na Antárctica, a situação dos pinguins-imperador é igualmente preocupante, devido à espessura da camada de gelo sazonal que tem vindo a diminuir.
O aquecimento global também tem impacto nas temperaturas dos oceanos. Os corais, por exemplo, são dos mais prejudicados.
O planeta está atento a estas situações e hoje mais de 70 países assinalam o Dia Internacional do Animal, que pretende alertar para um melhor relacionamento entre a humanidade e o reino animal.
ADOPÇÃO ADIADA PARA NOVEMBRO
Portugal é um dos países que se associaram à iniciativa Dia do Animal. O mau tempo verificado ontem em Lisboa estragou os planos da Liga Portuguesa dos Direitos dos Animais que tinha agendado uma acção de adopção de cerca de 200 animais. "Vamos adiar a bênção dos animais, mas em Novembro haverá um espaço fechado onde estarão presentes as mesmas associações para dar para adopção entre 200 a 250 animais", disse Maria do Céu Sampaio, presidente da Liga Portuguesa dos Direitos dos Animais.
LINCES A EVOLUIR BEM EM SILVES
Espécie ameaçada, o lince-ibérico é alvo de uma tentativa de reintrodução em Portugal, no Centro de Reprodução em Cativeiro de Silves. O centro conta com cinco fêmeas e onze machos, estando todos "de muito boa saúde", disse ao CM Rodrigo Serra, director do Centro. A época de reprodução, que começa em Janeiro, é esperada com expectativa, para ver se alguma cria cresce com sucesso.
In Correio da Manhã
Thursday, September 30, 2010
Orçamento de Estado
Conheça todas as medidas de austeridade do Governo
Ontem
Um corte nos salários da função pública e um congelamento das pensões são algumas cerca de 15 medidas anunciadas pelo Governo para reduzir a despesa em 2011, com as quais espera obter uma poupança de 3,4 mil milhões de euros.
Medidas para 2011:
- Reduzir os salários dos órgãos de soberania e da Administração Pública, incluindo institutos públicos, entidades reguladoras e empresas públicas. Esta redução é progressiva e abrangerá apenas as remunerações totais acima de 1500 euros por mês. Com a aplicação de um sistema progressivo de taxas de redução a partir daquele limiar, obter-se-á uma redução global de 5 por cento nas remunerações.
- Congelar as pensões;
- Congelar as promoções e progressões na função pública;
- Reduzir os encargos da ADSE;
- Reduzir em 20 por cento as despesas com o Rendimento Social de Inserção;
- Reduzir as transferências do Estado para o Ensino e sub-setores da Administração: Autarquias e Regiões Autónomas, Serviços e Fundos Autónomos;
- Reduzir as despesas no âmbito do Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central (PIDDAC);
- Reduzir as despesas com indemnizações compensatórias e subsídios às empresas;
- Extinguir/fundir organismos da Administração Pública directa e indirecta;
- Reorganizar e racionalizar o Sector Empresarial do Estado reduzindo o número de entidades e o número de cargos dirigentes;
- Reduzir em 20 por cento as despesas com a frota automóvel do Estado.
Medidas que começam já este ano:
- Eliminar o aumento extraordinário de 25 por cento do abono de família nos 1º e 2º escalões e eliminar os 4º e 5º escalões desta prestação;
- Reduzir as ajudas de custo, horas extraordinárias e acumulação de funções, eliminando a acumulação de vencimentos públicos com pensões do sistema público de aposentação;
- Congelar as admissões e reduzir o número de contratados;
- Reduzir as despesas de investimento;
- Reduzir as despesas no âmbito do Serviço Nacional de Saúde, nomeadamente com medicamentos e meios complementares de diagnóstico.
in Jornal de Notícias
Ontem
Um corte nos salários da função pública e um congelamento das pensões são algumas cerca de 15 medidas anunciadas pelo Governo para reduzir a despesa em 2011, com as quais espera obter uma poupança de 3,4 mil milhões de euros.
Medidas para 2011:
- Reduzir os salários dos órgãos de soberania e da Administração Pública, incluindo institutos públicos, entidades reguladoras e empresas públicas. Esta redução é progressiva e abrangerá apenas as remunerações totais acima de 1500 euros por mês. Com a aplicação de um sistema progressivo de taxas de redução a partir daquele limiar, obter-se-á uma redução global de 5 por cento nas remunerações.
- Congelar as pensões;
- Congelar as promoções e progressões na função pública;
- Reduzir os encargos da ADSE;
- Reduzir em 20 por cento as despesas com o Rendimento Social de Inserção;
- Reduzir as transferências do Estado para o Ensino e sub-setores da Administração: Autarquias e Regiões Autónomas, Serviços e Fundos Autónomos;
- Reduzir as despesas no âmbito do Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central (PIDDAC);
- Reduzir as despesas com indemnizações compensatórias e subsídios às empresas;
- Extinguir/fundir organismos da Administração Pública directa e indirecta;
- Reorganizar e racionalizar o Sector Empresarial do Estado reduzindo o número de entidades e o número de cargos dirigentes;
- Reduzir em 20 por cento as despesas com a frota automóvel do Estado.
Medidas que começam já este ano:
- Eliminar o aumento extraordinário de 25 por cento do abono de família nos 1º e 2º escalões e eliminar os 4º e 5º escalões desta prestação;
- Reduzir as ajudas de custo, horas extraordinárias e acumulação de funções, eliminando a acumulação de vencimentos públicos com pensões do sistema público de aposentação;
- Congelar as admissões e reduzir o número de contratados;
- Reduzir as despesas de investimento;
- Reduzir as despesas no âmbito do Serviço Nacional de Saúde, nomeadamente com medicamentos e meios complementares de diagnóstico.
in Jornal de Notícias
Sunday, September 5, 2010
Lisboa-Madrid Vueling cancela rota
A companhia espanhola de voos de baixo custo confirmou à Fugas o cancelamento da rota Lisboa - Madrid a partir de 30 de Outubro. Em Agosto, muitos passageiros foram descobrindo no site da empresa que já não era possível realizar reservas após essa data (com o especialista Low Cost Portugal a apontar de imediato essa impossibilidade), mas só agora a companhia aérea, através de declarações da relações públicas Patrícia Burgos à Fugas, vem confirmar essa decisão. Segundo esta responsável, a Vueling está a "reestruturar a sua rede de Inverno" e pretende "reforçar a aposta em Barcelona", deslocando frequências para outras rotas via capital catalã ou entrando em outros aeroportos espanhóis (caso de Ciudad Real). L.J.S.
in publico
in publico
Wednesday, September 1, 2010
Desbloquear telemóveis passa a ser mais fácil e barato a partir de hoje
Desbloquear um telemóvel passa a ser, a partir de hoje, mais fácil e barato, com a entrada em vigor da lei que obriga as operadoras a prestar este serviço gratuitamente no fim do período de fidelização.
As operadoras passam a ficar proibidas de cobrar dinheiro por este serviço quando termina o período de fidelização, que vincula os clientes a uma dada empresa, e que tem um prazo máximo de 24 meses.
O decreto-lei 56/2010 impõe também limites aos valores cobrados para pôr fim a um contrato ou pedir o desbloqueamento durante o período de fidelização, sendo proibido cobrar valores superiores a 100 por cento do custo do equipamento nos primeiros seis meses, deduzidos do valor já pago pelo utente.
Após os seis meses, o valor cobrado não pode ser superior a 80 por cento do custo do telemóvel e, no último ano do período de fidelização, só pode ir até 50 por cento deste valor.
O diploma estipula que os operadores deverão satisfazer os pedidos dos consumidores num prazo máximo de cinco dias.
30.08.2010 - 08:58 Por Lusa
in público:
As operadoras passam a ficar proibidas de cobrar dinheiro por este serviço quando termina o período de fidelização, que vincula os clientes a uma dada empresa, e que tem um prazo máximo de 24 meses.
O decreto-lei 56/2010 impõe também limites aos valores cobrados para pôr fim a um contrato ou pedir o desbloqueamento durante o período de fidelização, sendo proibido cobrar valores superiores a 100 por cento do custo do equipamento nos primeiros seis meses, deduzidos do valor já pago pelo utente.
Após os seis meses, o valor cobrado não pode ser superior a 80 por cento do custo do telemóvel e, no último ano do período de fidelização, só pode ir até 50 por cento deste valor.
O diploma estipula que os operadores deverão satisfazer os pedidos dos consumidores num prazo máximo de cinco dias.
30.08.2010 - 08:58 Por Lusa
in público:
Thursday, July 29, 2010
Já não escrevia há muito tempo...por isso hoje vou desabafar...
Estou triste, tenho imensa coisa que queria ter e por isso voltei...mas não chega...quero sempre e sempre mais...sim, os amigos fazem-me falta, as noites fazem-me falta, a dança, o convivio, a arte, a vida própria!!!
Quero o que tenho mas com um pouco mais de tempo para gozar...será pedir muito?
Estou triste, tenho imensa coisa que queria ter e por isso voltei...mas não chega...quero sempre e sempre mais...sim, os amigos fazem-me falta, as noites fazem-me falta, a dança, o convivio, a arte, a vida própria!!!
Quero o que tenho mas com um pouco mais de tempo para gozar...será pedir muito?
Thursday, October 8, 2009
Emissões de CO2 diminuíram 3% em 2009
Um estudo da Agência Internacional de Energia (AIE), apresentado hoje em Banguecoque, revela que a crise mundial teve efeitos benéficos no meio ambiente, uma vez que provocou uma diminuição nas emissões de dióxido de carbono em três por cento durante o ano de 2009.
A redução da actividade industrial verificada desde Setembro de 2008, altura em que a recessão económica começou a ganhar forma, é apresentada como a principal causa da contracção mundial de emissões.
Esta descida é a mais significativa dos últimos 40 anos, visto que até ao momento tinha havido um aumento de três por cento, por ano, precisou Fatih Birol, economista-chefe da AIE.
Além disso, o relatório declara que um quarto desta diminuição é resultado das políticas públicas para a redução das emissões poluentes, nomeadamente as que foram lançadas nos EUA, as medidas de estímulo à eficiência energética na China e a meta da União Europeia em baixar as suas emissões até 20 por cento em 2020.
A última queda dos níveis de CO2 (1,3%) tinha sido registada em 1981, no contexto da recessão económica motivada pela crise do petróleo.
In Ciencia Hoje
A redução da actividade industrial verificada desde Setembro de 2008, altura em que a recessão económica começou a ganhar forma, é apresentada como a principal causa da contracção mundial de emissões.
Esta descida é a mais significativa dos últimos 40 anos, visto que até ao momento tinha havido um aumento de três por cento, por ano, precisou Fatih Birol, economista-chefe da AIE.
Além disso, o relatório declara que um quarto desta diminuição é resultado das políticas públicas para a redução das emissões poluentes, nomeadamente as que foram lançadas nos EUA, as medidas de estímulo à eficiência energética na China e a meta da União Europeia em baixar as suas emissões até 20 por cento em 2020.
A última queda dos níveis de CO2 (1,3%) tinha sido registada em 1981, no contexto da recessão económica motivada pela crise do petróleo.
In Ciencia Hoje
Tuesday, August 11, 2009
Dor e vazio...
Pior que a solidão é a perda...a perda de alguém que amamos, alguém importante para nós, saber que não vamos mais ver aquela pessoa, nem falar, nem rir com ela...ás vezes a vida sabe ser bem injusta...sem razão, sem aviso e perde-se alguém assim. É uma sensação estranha, ainda não acredito...um vazio que nada nem ninguém pode preencher.
Como fazer para que passe esta dor? Algo que não podemos prever e muito menos travar? Nada, o tempo é o único que nos pode ajudar, mas nada, nada neste mundo pode fazer com que aquela pessoa regresse para perto de nós. Fica a dor e o vazio, ficam as recordações, as memórias, as conversas, as imagens...A tristeza e a dor são inconsoláveis...e não há nada que as faça parar...
Como fazer para que passe esta dor? Algo que não podemos prever e muito menos travar? Nada, o tempo é o único que nos pode ajudar, mas nada, nada neste mundo pode fazer com que aquela pessoa regresse para perto de nós. Fica a dor e o vazio, ficam as recordações, as memórias, as conversas, as imagens...A tristeza e a dor são inconsoláveis...e não há nada que as faça parar...
Sunday, August 2, 2009
Pensamento do dia
Há muito que já não escrevia nada...por isso aqui vai uma frase :)
Never be afraid to do something new. Remember, amateurs built the ark; professionals built the titanic.
Anonymous
Never be afraid to do something new. Remember, amateurs built the ark; professionals built the titanic.
Anonymous
Thursday, June 25, 2009
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