Dez espécies em risco de extinção
A União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) coloca dez espécies a caminho da extinção, consequência do aumento da temperatura global. As alterações nos habitats deixam as raposas do Árctico, os peixes-palhaço, os koalas, os pinguins--imperador, as tartarugas de Couro, os corais, as focas-aneladas, as árvores Quiver, os salmões e as baleias beluga sob ameaça.
As implicações negativas do comportamento do ser humano nos habitats das espécies são evidentes: 21 por cento de todos os mamíferos, 29 por cento de anfíbios, 12 por cento das aves, 35 por cento das árvores coníferas e cicadófitas, 17 por cento dos tubarões e 27 por cento dos recifes do coral estão em risco de desaparecer.
Os koalas, alerta a IUCN, são uma espécie muito sensível, devido às necessidades alimentares muito específicas. O eucalipto é a sua única forma de alimento, mas as folhas dessa árvore têm perdido capacidade nutritiva com o aumento da concentração de CO2. O resultado será a extinção por falta de alimento.
Na Antárctica, a situação dos pinguins-imperador é igualmente preocupante, devido à espessura da camada de gelo sazonal que tem vindo a diminuir.
O aquecimento global também tem impacto nas temperaturas dos oceanos. Os corais, por exemplo, são dos mais prejudicados.
O planeta está atento a estas situações e hoje mais de 70 países assinalam o Dia Internacional do Animal, que pretende alertar para um melhor relacionamento entre a humanidade e o reino animal.
ADOPÇÃO ADIADA PARA NOVEMBRO
Portugal é um dos países que se associaram à iniciativa Dia do Animal. O mau tempo verificado ontem em Lisboa estragou os planos da Liga Portuguesa dos Direitos dos Animais que tinha agendado uma acção de adopção de cerca de 200 animais. "Vamos adiar a bênção dos animais, mas em Novembro haverá um espaço fechado onde estarão presentes as mesmas associações para dar para adopção entre 200 a 250 animais", disse Maria do Céu Sampaio, presidente da Liga Portuguesa dos Direitos dos Animais.
LINCES A EVOLUIR BEM EM SILVES
Espécie ameaçada, o lince-ibérico é alvo de uma tentativa de reintrodução em Portugal, no Centro de Reprodução em Cativeiro de Silves. O centro conta com cinco fêmeas e onze machos, estando todos "de muito boa saúde", disse ao CM Rodrigo Serra, director do Centro. A época de reprodução, que começa em Janeiro, é esperada com expectativa, para ver se alguma cria cresce com sucesso.
In Correio da Manhã
Monday, October 4, 2010
Saturday, October 2, 2010
Chegámos a falência Porquê????
VALORES MENSAIS!!!!!
PORQUE ESTAMOS NA FALÊNCIA??????
420.000,00 € TAP Administrador Fernando Pinto
371.000,00 € CGD Administrador Faria de Oliveira
365.000,00 € PT Administrador Henrique Granadeiro
250.040,00 € RTP Administrador Guilherme Costa
249.448,00 € Banco Portugal Administrador Vítor Constâncio
247.938,00 € ISP Administrador Fernando Nogueira
245.552,00 € CMVM Presidente Carlos Tavares
233.857,00 € ERSE Administrador Vítor Santos
224.000,00 € ANA COM Administrador Amado da Silva
200.200,00 € CTT Presidente Mata da Costa
134.197,00 € Parpublica Administrador José Plácido Reis
133.000,00 € ANA Administrador Guilhermino Rodrigues
126.686,00 € ADP Administrador Pedro Serra
96.507,00 € Metro Porto Administrador António Oliveira Fonseca
89.299,00 € LUSA Administrador Afonso Camões
69.110,00 € CP Administrador Cardoso dos Reis
66.536,00 € REFER Administrador Luís Pardal: Refer
66.536,00 € Metro Lisboa Administrador Joaquim Reis
58.865,00 € CARRIS Administrador José Manuel Rodrigues
58.859,00 € STCP Administrador Fernanda Meneses
total -> 3.706.630,00 €
51.892.820,00 € Valor do ordenado anual (12 meses + subs Natal + subs férias)
926.657,50 € Média Prémios
Total: 52.819.477,50 €
900,00 € Média de um funcionário público
58.688,31 - nº de funcionários públicos que dá para pagar com o mesmo dinheiro
E DEPOIS AINDA QUEREM SABER SE A MALTA ESTÁ DISPOSTA A ABDICAR DO SUBSÍDIO DE FÉRIAS E/OU NATAL PARA AJUDAR O PAÍS...
PORQUE ESTAMOS NA FALÊNCIA??????
420.000,00 € TAP Administrador Fernando Pinto
371.000,00 € CGD Administrador Faria de Oliveira
365.000,00 € PT Administrador Henrique Granadeiro
250.040,00 € RTP Administrador Guilherme Costa
249.448,00 € Banco Portugal Administrador Vítor Constâncio
247.938,00 € ISP Administrador Fernando Nogueira
245.552,00 € CMVM Presidente Carlos Tavares
233.857,00 € ERSE Administrador Vítor Santos
224.000,00 € ANA COM Administrador Amado da Silva
200.200,00 € CTT Presidente Mata da Costa
134.197,00 € Parpublica Administrador José Plácido Reis
133.000,00 € ANA Administrador Guilhermino Rodrigues
126.686,00 € ADP Administrador Pedro Serra
96.507,00 € Metro Porto Administrador António Oliveira Fonseca
89.299,00 € LUSA Administrador Afonso Camões
69.110,00 € CP Administrador Cardoso dos Reis
66.536,00 € REFER Administrador Luís Pardal: Refer
66.536,00 € Metro Lisboa Administrador Joaquim Reis
58.865,00 € CARRIS Administrador José Manuel Rodrigues
58.859,00 € STCP Administrador Fernanda Meneses
total -> 3.706.630,00 €
51.892.820,00 € Valor do ordenado anual (12 meses + subs Natal + subs férias)
926.657,50 € Média Prémios
Total: 52.819.477,50 €
900,00 € Média de um funcionário público
58.688,31 - nº de funcionários públicos que dá para pagar com o mesmo dinheiro
E DEPOIS AINDA QUEREM SABER SE A MALTA ESTÁ DISPOSTA A ABDICAR DO SUBSÍDIO DE FÉRIAS E/OU NATAL PARA AJUDAR O PAÍS...
Thursday, September 30, 2010
Orçamento de Estado
Conheça todas as medidas de austeridade do Governo
Ontem
Um corte nos salários da função pública e um congelamento das pensões são algumas cerca de 15 medidas anunciadas pelo Governo para reduzir a despesa em 2011, com as quais espera obter uma poupança de 3,4 mil milhões de euros.
Medidas para 2011:
- Reduzir os salários dos órgãos de soberania e da Administração Pública, incluindo institutos públicos, entidades reguladoras e empresas públicas. Esta redução é progressiva e abrangerá apenas as remunerações totais acima de 1500 euros por mês. Com a aplicação de um sistema progressivo de taxas de redução a partir daquele limiar, obter-se-á uma redução global de 5 por cento nas remunerações.
- Congelar as pensões;
- Congelar as promoções e progressões na função pública;
- Reduzir os encargos da ADSE;
- Reduzir em 20 por cento as despesas com o Rendimento Social de Inserção;
- Reduzir as transferências do Estado para o Ensino e sub-setores da Administração: Autarquias e Regiões Autónomas, Serviços e Fundos Autónomos;
- Reduzir as despesas no âmbito do Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central (PIDDAC);
- Reduzir as despesas com indemnizações compensatórias e subsídios às empresas;
- Extinguir/fundir organismos da Administração Pública directa e indirecta;
- Reorganizar e racionalizar o Sector Empresarial do Estado reduzindo o número de entidades e o número de cargos dirigentes;
- Reduzir em 20 por cento as despesas com a frota automóvel do Estado.
Medidas que começam já este ano:
- Eliminar o aumento extraordinário de 25 por cento do abono de família nos 1º e 2º escalões e eliminar os 4º e 5º escalões desta prestação;
- Reduzir as ajudas de custo, horas extraordinárias e acumulação de funções, eliminando a acumulação de vencimentos públicos com pensões do sistema público de aposentação;
- Congelar as admissões e reduzir o número de contratados;
- Reduzir as despesas de investimento;
- Reduzir as despesas no âmbito do Serviço Nacional de Saúde, nomeadamente com medicamentos e meios complementares de diagnóstico.
in Jornal de Notícias
Ontem
Um corte nos salários da função pública e um congelamento das pensões são algumas cerca de 15 medidas anunciadas pelo Governo para reduzir a despesa em 2011, com as quais espera obter uma poupança de 3,4 mil milhões de euros.
Medidas para 2011:
- Reduzir os salários dos órgãos de soberania e da Administração Pública, incluindo institutos públicos, entidades reguladoras e empresas públicas. Esta redução é progressiva e abrangerá apenas as remunerações totais acima de 1500 euros por mês. Com a aplicação de um sistema progressivo de taxas de redução a partir daquele limiar, obter-se-á uma redução global de 5 por cento nas remunerações.
- Congelar as pensões;
- Congelar as promoções e progressões na função pública;
- Reduzir os encargos da ADSE;
- Reduzir em 20 por cento as despesas com o Rendimento Social de Inserção;
- Reduzir as transferências do Estado para o Ensino e sub-setores da Administração: Autarquias e Regiões Autónomas, Serviços e Fundos Autónomos;
- Reduzir as despesas no âmbito do Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central (PIDDAC);
- Reduzir as despesas com indemnizações compensatórias e subsídios às empresas;
- Extinguir/fundir organismos da Administração Pública directa e indirecta;
- Reorganizar e racionalizar o Sector Empresarial do Estado reduzindo o número de entidades e o número de cargos dirigentes;
- Reduzir em 20 por cento as despesas com a frota automóvel do Estado.
Medidas que começam já este ano:
- Eliminar o aumento extraordinário de 25 por cento do abono de família nos 1º e 2º escalões e eliminar os 4º e 5º escalões desta prestação;
- Reduzir as ajudas de custo, horas extraordinárias e acumulação de funções, eliminando a acumulação de vencimentos públicos com pensões do sistema público de aposentação;
- Congelar as admissões e reduzir o número de contratados;
- Reduzir as despesas de investimento;
- Reduzir as despesas no âmbito do Serviço Nacional de Saúde, nomeadamente com medicamentos e meios complementares de diagnóstico.
in Jornal de Notícias
Sunday, September 5, 2010
Lisboa-Madrid Vueling cancela rota
A companhia espanhola de voos de baixo custo confirmou à Fugas o cancelamento da rota Lisboa - Madrid a partir de 30 de Outubro. Em Agosto, muitos passageiros foram descobrindo no site da empresa que já não era possível realizar reservas após essa data (com o especialista Low Cost Portugal a apontar de imediato essa impossibilidade), mas só agora a companhia aérea, através de declarações da relações públicas Patrícia Burgos à Fugas, vem confirmar essa decisão. Segundo esta responsável, a Vueling está a "reestruturar a sua rede de Inverno" e pretende "reforçar a aposta em Barcelona", deslocando frequências para outras rotas via capital catalã ou entrando em outros aeroportos espanhóis (caso de Ciudad Real). L.J.S.
in publico
in publico
Wednesday, September 1, 2010
Desbloquear telemóveis passa a ser mais fácil e barato a partir de hoje
Desbloquear um telemóvel passa a ser, a partir de hoje, mais fácil e barato, com a entrada em vigor da lei que obriga as operadoras a prestar este serviço gratuitamente no fim do período de fidelização.
As operadoras passam a ficar proibidas de cobrar dinheiro por este serviço quando termina o período de fidelização, que vincula os clientes a uma dada empresa, e que tem um prazo máximo de 24 meses.
O decreto-lei 56/2010 impõe também limites aos valores cobrados para pôr fim a um contrato ou pedir o desbloqueamento durante o período de fidelização, sendo proibido cobrar valores superiores a 100 por cento do custo do equipamento nos primeiros seis meses, deduzidos do valor já pago pelo utente.
Após os seis meses, o valor cobrado não pode ser superior a 80 por cento do custo do telemóvel e, no último ano do período de fidelização, só pode ir até 50 por cento deste valor.
O diploma estipula que os operadores deverão satisfazer os pedidos dos consumidores num prazo máximo de cinco dias.
30.08.2010 - 08:58 Por Lusa
in público:
As operadoras passam a ficar proibidas de cobrar dinheiro por este serviço quando termina o período de fidelização, que vincula os clientes a uma dada empresa, e que tem um prazo máximo de 24 meses.
O decreto-lei 56/2010 impõe também limites aos valores cobrados para pôr fim a um contrato ou pedir o desbloqueamento durante o período de fidelização, sendo proibido cobrar valores superiores a 100 por cento do custo do equipamento nos primeiros seis meses, deduzidos do valor já pago pelo utente.
Após os seis meses, o valor cobrado não pode ser superior a 80 por cento do custo do telemóvel e, no último ano do período de fidelização, só pode ir até 50 por cento deste valor.
O diploma estipula que os operadores deverão satisfazer os pedidos dos consumidores num prazo máximo de cinco dias.
30.08.2010 - 08:58 Por Lusa
in público:
Thursday, July 29, 2010
Já não escrevia há muito tempo...por isso hoje vou desabafar...
Estou triste, tenho imensa coisa que queria ter e por isso voltei...mas não chega...quero sempre e sempre mais...sim, os amigos fazem-me falta, as noites fazem-me falta, a dança, o convivio, a arte, a vida própria!!!
Quero o que tenho mas com um pouco mais de tempo para gozar...será pedir muito?
Estou triste, tenho imensa coisa que queria ter e por isso voltei...mas não chega...quero sempre e sempre mais...sim, os amigos fazem-me falta, as noites fazem-me falta, a dança, o convivio, a arte, a vida própria!!!
Quero o que tenho mas com um pouco mais de tempo para gozar...será pedir muito?
Thursday, October 8, 2009
Emissões de CO2 diminuíram 3% em 2009
Um estudo da Agência Internacional de Energia (AIE), apresentado hoje em Banguecoque, revela que a crise mundial teve efeitos benéficos no meio ambiente, uma vez que provocou uma diminuição nas emissões de dióxido de carbono em três por cento durante o ano de 2009.
A redução da actividade industrial verificada desde Setembro de 2008, altura em que a recessão económica começou a ganhar forma, é apresentada como a principal causa da contracção mundial de emissões.
Esta descida é a mais significativa dos últimos 40 anos, visto que até ao momento tinha havido um aumento de três por cento, por ano, precisou Fatih Birol, economista-chefe da AIE.
Além disso, o relatório declara que um quarto desta diminuição é resultado das políticas públicas para a redução das emissões poluentes, nomeadamente as que foram lançadas nos EUA, as medidas de estímulo à eficiência energética na China e a meta da União Europeia em baixar as suas emissões até 20 por cento em 2020.
A última queda dos níveis de CO2 (1,3%) tinha sido registada em 1981, no contexto da recessão económica motivada pela crise do petróleo.
In Ciencia Hoje
A redução da actividade industrial verificada desde Setembro de 2008, altura em que a recessão económica começou a ganhar forma, é apresentada como a principal causa da contracção mundial de emissões.
Esta descida é a mais significativa dos últimos 40 anos, visto que até ao momento tinha havido um aumento de três por cento, por ano, precisou Fatih Birol, economista-chefe da AIE.
Além disso, o relatório declara que um quarto desta diminuição é resultado das políticas públicas para a redução das emissões poluentes, nomeadamente as que foram lançadas nos EUA, as medidas de estímulo à eficiência energética na China e a meta da União Europeia em baixar as suas emissões até 20 por cento em 2020.
A última queda dos níveis de CO2 (1,3%) tinha sido registada em 1981, no contexto da recessão económica motivada pela crise do petróleo.
In Ciencia Hoje
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